O que é eficiência energética?

A eficiência energética vem ganhando cada vez mais espaço dentro dos mais diversos mercados de atuação. Isso acontece porque a energia é um dos insumos operacionais mais caros e também porque é necessário colocar em pauta métodos produtivos mais sustentáveis para reduzir as mudanças climáticas e garantir um futuro melhor para as próximas gerações. 

Falando especificamente de gestão de empresas, adotar a eficiência energética pode ser o pontapé inicial para tornar seu negócio mais competitivo em sua área de atuação, devido a redução de custos operacionais.

Hoje, vamos explicar o que é eficiência energética, suas vantagens e como começar a utilizar visando economia e competitividade no mercado. Acompanhe! 

Eficiência energética é a capacidade de produzir mais ou a mesma quantidade de energia gastando menos. Em mercados que não envolvam a produção de bens, por exemplo, a eficiência energética representa operar mais ou pela mesma duração de tempo com um consumo menor de energia. 

Isso significa que o custo de uma unidade operacional ou de uma unidade produtiva se torna mais em conta quando a empresa passa a utilizar a eficiência energética. 

É por isso que um dos principais benefícios da eficiência energética é trazer mais competitividade para as empresas. Por exemplo, se você gasta x de energia para produzir determinado bem ou para fazer seu negócio funcionar durante o expediente normal e seu concorrente gasta o dobro para produzir a mesma coisa, você está na frente dele em termos de concorrência. 

Já citamos algumas das vantagens em ter eficiência energética na empresa, como redução de custos, economia, eficiência operacional, mais rentabilidade e competitividade. Esses benefícios são alvos de desejo para qualquer gestor. 

Porém, é impossível não destacar que não apenas as empresas podem usufruir dessas vantagens, mas também toda a sociedade. Alguns exemplos de benefício são menor impacto ambiental, produtos e serviços com menor valor e menos investimento público para expansão de matriz energética. Todos esses itens fazem parte de soluções que buscam modelos de negócio mais sustentáveis. 

Essa solução ainda é recente no Brasil. Até a década de 90, o país produzia mais energia do que consumia, sem discutir sobre a possibilidade de um consumo mais racional. Isso gerou grandes aumentos nas tarifas e crises de abastecimento. Daí surgiu a necessidade da eficiência energética.

Além disso, o sistema elétrico nacional não é suficiente para atender todas as demandas da população. Mais de 30% da energia elétrica gerada não chega para o consumo, pois há muitas perdas na transmissão. 

Por isso, a eficiência energética não deve ser apenas um interesse de empresas que querem atingir bons resultados, mas também de toda a sociedade. Atualmente, é possível encontrar chamadas públicas de eficiência energética para empresas, visando transformar a mentalidade das organizações. 

De acordo com a Empresa de Eficiência Energética, a indústria e o comércio são os segmentos com maiores potenciais de redução de consumo. As estratégias podem variar de mercado para mercado, mas é possível identificar impactos positivos, pois a energia elétrica vem se tornando um insumo cada vez maior para todas as empresas

É possível monitorar o consumo de energia de diversas formas. Mas, quanto mais seguro for o procedimento escolhido, mais confiáveis serão os parâmetros gerados. Assim, as ações planejadas para redução de consumo serão mais assertivas e de acordo com as reais necessidades operacionais da empresa. 

Para isso, você pode usar tecnologias que envolvem sistemas e medidores. Dessa forma, é possível realizar um monitoramento permanente, sistemático e automatizado de consumo. Também geram insights para adequações contratuais e de infraestrutura, estimulam mudanças de comportamento e geram a reavaliação da operação do estabelecimento visando a redução de custos. 

Colocar a eficiência energética como premissa do negócio é revolucionar a forma como a empresa se relaciona com esse insumo. Para essas organizações, cada kWh contratado é considerado um ativo alocado onde irá trazer maior retorno, seja na cadeia produtiva operacional ou nas oportunidades de negociação. 

Agindo dessa forma, a empresa é capaz de aumentar índices de competitividade e economia, além de se tornar um agente de promoção de sustentabilidade ambiental. Para isso, é necessário conhecer bem a organização e como a energia se aplica em suas operações, além da força de vontade de mudar esse cenário. 

No site da NOIN, você tem acesso a tudo que precisa para reduzir os gastos com energia elétrica e iniciar seu planejamento estratégico!

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